Marina Rodriguez reafirma desejo de luta por cinturão e se posiciona contra possível ‘furada de fila’

Marina Rodriguez venceu Yan Xiaonan no último sábado (5) no UFC 272 e pode ter sacramentado sua posição como próxima desafiante ao cinturão dos palhas da organização. E a brasileira não aceita menos do que o ‘title shot’ contra a vencedora de Rose Namajunas e Carla Esparza.

A lutadora deu entrevista ao podcast ‘Mundo da Luta’ e reafirmou que espera que o Ultimate a considere como a próxima da lista de desafiantes ao título. E nem mesmo a ‘ameaça’ de Joanna Jerdrzejczyk, que considera voltar a lutar, a faz querer dar qualquer passo atrás em seu sonho.

– Na verdade, essa luta com a Yan seria a luta para me manter ativa e não faz sentido eu aceitar lutas contra quem está atrás de mim. Só aceitei ela porque ela estava mais próxima. Nosso plano era esse, aceitar enfrentar a Yan para me manter ativa e esperar o cinturão. A gente não sabe nada quando a Rose vai enfrentar a Carla, é uma incógnita, Já me perguntaram se eu gostaria de ser a reserva da luta, com certeza – disse Marina.

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– Só quero saber a data para a gente se preparar e começar a detalhar o plano. A gente encerrou esta luta e já está se preparando para lutar pelo cinturão. Meus próximos treinamentos serão para isso, pelo cinturão – completou a brasileira.

Afastada do octógono desde 2020, Joanna tem dito que gostaria de voltar a lutar no UFC e até foi sugerida uma revanche com a chinesa Weili Zhang. Mas a polonesa mira ‘furar a fila’ pelo título da categoria da qual reinou e quer lutar pelo cinturão peso-palha. Algo o qual Marina Rodriguez não quer nem saber que aconteça

– Sinceramente, não acho isso possível. Vai ficar feio não apenas para o UFC, mas para todo mundo, porque ela está há dois anos sem lutar. Claro que a Joanna foi uma campeã muito dominante e a volta dela tem que fazer barulho. E ela tem todo o direito, porque ela tem um grande nome. Mas ela já baixou a bola, parou de falar nisso e vem falando da revanche com a Weili Zhang. Por mim, elas tem que lutar de novo, se arrebentar e, se perder de novo, vai para o fim da fila. Ela não está nem na fila agora e não sei nem onde ela vai parar – afirmou.