Renato Gaúcho rasga elogios ao time após empate do Flamengo na Copa do Brasil: ‘não é fácil jogar aqui’

Na noite desta quarta-feira (20), o Flamengo empatou com o Athletico-PR por 2 a 2, pelo jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil. Thiago Maia e Pedro, no último lance da partida, marcaram os gols do rubro-negro carioca, que sofreu na etapa final, mas evitou uma desvantagem para o duelo de volta, marcada para o próximo dia 27, no Maracanã.

Apesar do jogo irregular, o técnico Renato Gaúcho fez muitos elogios a atuação de sua equipe durante a entrevista coletiva, além de críticas ao gramado.

– A minha equipe fez um bom jogo hoje. Apesar das dificuldades com o campo. Não é fácil jogar aqui, o gramado prejudica bastante a equipe visitante. A minha equipe jogou, se você for ver as oportunidades de gols que criamos, muito mais que o Athletico. Eu tenho que parabenizar a minha equipe, saímos vivíssimos aqui e agora vamos para o Maracanã, com a nossa torcida. Não é nada fácil lá, mais um jogo difícil, mas lá teremos a nossa torcida.

O treinador também comentou os desfalques e a dificuldade de atuar sem Arrascaeta.

– Arrascaeta é acima da média, Bruno Henrique também. São jogadores acostumados, entrosados com os demais companheiros. A gente tem improvisado entre aspas um jogador ali na posição do Arrascaeta que as qualidades são diferentes. Mas o Vitinho o próprio Andreas estão nos ajudando.

Antes do confronto decisivo na volta, o Flamengo volta a campo no próximo sábado, às 19h, contra o Fluminense. O duelo, válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, será disputado no Maracanã.

Confira outros trechos da entrevista coletiva de Renato Gaúcho

Arbitragem

– O VAR fez o trabalho dele hoje. Chamou o Luiz Flavio de Oliveira. Ele decidiu que foi pênalti. Aliás, foi pênalti legítimo, como contra o Cuiabá. Inclusive, eu estava falando com o Nikão e ele falou que o pênalti contra o Cuiabá foi legítimo. E hoje ele deu, e domingo não deu. Eu falei: pois é, Nikão. Domingo foi pênalti e hoje de novo. O que não pode é cada jogo ter uma regra. Fica difícil.

Michael

– Saiu porque 10 minutos antes ele já tinha pedido para sair. É um jogador que jogou praticamente todos os jogos comigo. É um jogador que a cada três dias está numa decisão, ele se entrega muito, se desgasta muito. Estava na hora de tirar, pelo cansaço.

Gabigol

– Não é o posicionamento do Gabriel. Não conheço um jogador do mundo que não fique alguns jogos sem fazer gols. O importante é a entrega que ele vem tendo. No momento que ele abre ele está justamente jogando sem a bola, abrindo espaços para o companheiro.